Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. Friedrich Nietzsche
O sonho encheu a noite/Extravasou pro meu dia/Encheu minha vida/E é dele que eu vou viver/Porque sonho não morre. Adélia Prado

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pergunta capciosa - alunos x professor.

Alunos "espertinhos" e professor inteligente :)




Professor criativo.
Olhem o que um professor é capaz de fazer. O fato narrado abaixo é real e aconteceu em um curso de Engenharia da USJT (Univ. São Judas Tadeu), tornando-se logo uma das "lendas" da faculdade...

Na véspera de uma prova, 4 alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar. Faltaram a prova e então resolveram dar um "jeitinho".

Voltaram à USJT na terça, sendo que a prova havia ocorrido na segunda.Então dirigiram-se ao professor:

- Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso tudo nos atrasamos, mas, gostaríamos de fazer a prova.

O professor, sempre compreensivo:
- Claro, vocês podem fazer a prova hoje a tarde, após o almoço.

Assim foi feito. Os rapazes correram para casa e se racharam de tanto estudar, na medida do possível. Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em uma sala diferente e entregou a prova:

Primeira pergunta, valendo 1 ponto: algo sobre a Lei de Ohm.

Os quatro ficaram contentes pois haviam visto algo sobre o assunto. Pensaram que a prova seria muito fácil e que haviam conseguido se "dar bem".

Segunda pergunta, valendo 9 pontos: "Qual pneu furou?"

Quanto a veracidade da história, não sei. Achei o texto na internet. Mas a sagacidade do professor, real ou criado, é irrefutável.

domingo, 20 de setembro de 2009

O menino que carregava água na peneira.

Algumas vezes a pessoa se sente tão impar, tão diferente de todas  as  outras, que brota um vazio imensurável na  alma...


Por vezes o  paliativo para o vazio é  recorrer às histórias criadas  por seres  que carregam água em  peneiras... nos  livros,nas palavras,  ou talvez até se aventurar a peneirar água...

O menino  que  carregava  água na  peneira

Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.

A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.

A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água
O mesmo que criar peixes no bolso.

O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.

A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiores
e até infinitos.

Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira

Com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.

No escrever o menino viu
que era capaz de ser
noviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.

O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.

Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro
botando ponto final na frase.

Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.

O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.

A mãe falou:
Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os
vazios com as suas
peraltagens
e algumas pessoas
vão te amar por seus
despropósitos
Poema de Manoel de Barros
Retirado do livro: Exercícios de ser criança:
O Menino que carregava água na peneira
Editora Salamandra

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E tenho dito!!!

É necessário alfabetizar a população urgentemente. Enquanto o povo não tiver noção de quanto paga, não saberá o que pode cobrar.



Muitos acham que por não declararem imposto de renda anual, por não terem renda suficiente para isso; não pagam.

É enorme o número de pessoas que desconhecem haver imposto embutido na água, luz, telefone, pão, leite, feijão, etc. Os que sabem, desconhecem o valor desses impostos.

Seria um bom começo se começassemos a pesquisar a porcentagem de imposto em cada produto que consumimos, do cafezinho ao carro importado.

Que paguemos os impostos sim, desde que possamos ter a qualidade de vida que nosso dinheiro, pago em impostos, pode comprar. Segurança, saúde, educação, estradas e cidades bem conservados...


O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht

sábado, 12 de setembro de 2009

Simplesmente.

Sonhar é preciso e navegar por entre ilusões é essencial para fazer brilhar a vida em todo seu explendor!
Não canto, mas me encanto com músicas. Poderia facilmente fazer minha biografia relembrando músicas que marcaram cada um dos momentos importantes da minha vida. Porém, há algum tempo, abandonei meu vício de ouvir músicas... Até hoje, quando alguém deixou o rádio ligado e derrepente começou a soar essa letra simples e melodia leve. Despertou novamente a musicalidade que estava meio adormecida em mim...

"Quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace.
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste.
Quando eu estiver fogo
Simplesmente se encaixe.
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce.
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate de dentro de ti..."

Nando Reis




Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.

Eis uma pequena história sobre quatro pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.

Havia um grande trabalho a ser realizado e
Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo,
mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez
o que Qualquer Um poderia ter feito.

Autor desconhecido

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"Quiseste expor teu coração a nu. E assim, ouvi-lhe todo o amor alheio. Ah, pobre amigo, nunca saibas tu Como é ridículo o amor... alheio!" Mário Quintana

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